Capítulo 16

CAPÍTULO 16

16 capítulos… e ainda não revelaram que Patch é um anjo caído. Isso está ficando ridículo.

O capítulo começa com Nora e Vee saindo da escola; Nora está com uma sensação “vazia, assustadora” quanto à idéia de Elliot poder re-invadir a casa dela (?) e Vee continua dizendo que isso é idiota, e que ela é idiota. No caminho pro estacionamento Nora lembra que não está com carro, porque foi a mãe dela que deixou ela na escola, e que Vee não pode dirigir com o braço quebrado. Nora resolve ir pra biblioteca a pé, mas Vee não vai, e ao invés disso…

…eu não tenho certeza.

Na biblioteca Nora não descobre nada sobre o enforcamento de Kinghorn. Quero apontar que neste trecho Nora comenta que “não vai descobrir nada através de notícias arquivadas”, o que sugere que o artigo roubado na noite anterior ainda está na internet, e que roubá-lo foi uma completa perda de tempo. Por sinal, não seria mais inteligente reimprimí-lo e tentar usá-lo como isca pra atrair o Ted? Sim, seria perigoso, mas poderia dar certo. Infelizmente nossa protagonista tem o Q.I. de um caracol, então acho que isso ficará como idéia para um livro melhor.

Nora pensa em ir pra Portland investigar sobre o enforcamento em Kinghorn, mas a mãe dela comenta que é meio idiota ir pra um lugar que fica a uma hora de distância no fim da tarde. Nora deixa pra lá, mas não antes de nos contar que:

…[eu] era torturada pela culpa de manter o arrombamento e a visita dos policiais em segredo da [minha mãe]. Eu pensei em contar pra ela, mas sempre que abria minha boca para proferir as palavars, elas me escapavam. Estávamos com dificuldades de nos mantermos. Precisávamos do dinheiro da minha mãe. Se eu contasse a ela sobre Elliot, ela se demitiria imediatamente.

TUDO ISSO PELA CASA SUE.

Eu iria estrangular a Nora se ela não fosse tão fictícia.

A mãe está ocupada, então Nora tem que ir a pé pra casa (que bom que Nora mora tão perto assim da escola e da biblioteca pública, né). Mas atrás dela aparece….

MARCIE MILLAR!

– Ouvi sobre o que aconteceu com a Vee – disse ela – É bem triste. Digo, quem iria atacar ela? A menos, é claro, que eles não tivessem escolha. Talvez tenha sido em defesa própria. Soube que estava escuro e chuvoso. Devia ser fácil confundir a Vee com um alce. Ou um urso, ou um búfalo. Qualquer animal grande, pra falar a verdade.

– Nossa, foi ótimo falar com você, mas tenho várias coisas que preferiria estar fazendo agora. Como enfiar minha cabeça no triturador de lixo – continuei andando em direção à saída.

– Espero que ela tenha ficado longe da comida do hospital – disse Marcie, seguindo-me – Soube que tem muita gordura. Ela odiaria ganhar muito peso.

Eu me virei.

– Já chega. Mais uma palavra e eu vou… – ambas sabíamos que era uma ameaça vazia.

Adoro as prioridades da Nora nesta porção do diálogo. Comparar minha melhor amiga a um alce/urso/búfalo? Tá, isso é bobagem. Agora, dizer que ela OUSOU comer comida de hospital? Oooh, gota d’água, Marcie, dessa vez foi longe demais.

Marcie soltou um riso sarcástico.

– “Vai” o quê?

– Vadia – eu disse.

– Nerd.

– Puta.

– Doida.

– Porco anoréxico.

– Nossa – disse Marcie, recuando melodramaticamente, pressionando a mão sobre o peito – Era pra eu ter me ofendido com isso?

Meio que sim?

Por sinal, o esteriótipo da “Libby” funciona melhor em séries de TV. Em livros, fica… meio besta.

Um segurança aparece pra apartar a briga. Aqui há uma cena um tantinho desconfortável na qual Marcie diz “com jeitinho” pro segurança que ela não teve culpa, o segurança apenas manda ela sair do prédio, mas “com uma voz menos bruta do que no começo”. Então ele ficou menos agressivo porque a garota de 16 anos pediu pra ele com jeitinho?

…Tááá.

Nora resolve que não quer esbarrar com a Marcie do lado de fora, portanto decide sair por uma garagem subterrânea conectada a outra garagem subterrânea (ou algo do tipo).

Um túnel escuro.

Deserto.

Mal-iluminado.

Sozinha.

Sensata essa menina, né?

O túnel escuro faz ela se lembrar da morte do pai.

Recomponha-se – disse a mim mesma – Aquele foi um ato de violência aleatório. Você passou o último ano inteiro paranóica com todo quarto escuro, avenida escura, armário escuro. Você não pode viver o resto da vida aterrorizada de ter um arma apontada para você.

Santa exposição forçada e mal-escrita, Batman! E por sinal, “paranóica com armário escuro”? …Bem, não vou questionar o que você faz com seu tempo livre.

Nora anda mais um pouco, com medo do lugar (quem mandou não sair pela porta da frente?), até que ela encontra no fim do túnel…

PATCH!

Patch estava usando uma camisa preta, calças jeans largas, botas com ponta de ferro.

A exata mesma roupa que ele usou nas duas últimas ocasiões. Que nojo, troque de roupa, cara.

Seus olhos pareciam não jogar de acordo com as regras.

PFF-AHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAAHA…hahHAHAH…ahah… ai ai.

– O que você está fazendo aqui? – eu disse, afastando uma mecha de cabelos de meu rosto…

Pente, escova. São legais.

(Blahblah, local mal ilumuniado here is) Se estupro, assassinato ou quaisquer outras atividades reprováveis estivessem na mente do Patch, ele estaria me abordando no lugar ideal.

Não trate isso de maneira tão calma.

Nora resolve ir pra trás de um carro, ficando atrás de Patch; no decorrer do capítulo eles ficam brincando de “Patch vai pra direita, Nora foge pro outro lado”, o que é…. bem estúpido.

– Eu tenho perguntas – eu disse – Muitas perguntas.

– Sobre?

– Sobre tudo.

(- Com quantos paus se fazem uma canoa?
– 5.
– Qual é a resposta para a pergunta sobre a vida, o universo e tudo mais?
– 42.
– Quantos episódios de Pokémon foram produzidos até hoje?
– 657, descontando especiais e filmes.)

Sua boca vibrou, e eu estava quase certa de que ele estava lutando para conter um sorriso.

E ele fez isso porque…?

O questionário é tipo assim:
– Como você sabia que eu estaria aqui na biblioteca?
– Porque você vem pra cá uma vez por capítulo.
– Você me seguiu no caminho pra Victoria’s Secret, domingo?
– Não. Por sinal, comprou alguma coisa?
– Ah sim, eu comprei esse sutiã preto DIVINO que me custou só 30 d- ISSO NÃO VEM AO CASO, DROGA.

Patch mais uma vez comenta que Nora não confia nele porque ela tem problemas em confiar nos outros. Não porque, sabe, você é o ser humano (?) mais suspeito que ela já conheceu.

A seguir nos é revelado que, de fato, o lance do Arcanjo foi um Red Herring……… mais ou menos. Patch comenta que ele não “salvou” Nora no Arcanjo, pois se ele o tivesse feito, ela estaria “aqui”, mas ele não estaria. Creio que isso será esclarecido mais a frente, e… veremos como isso será explicado.

Patch aproveita seu Mind Screw pra alcançar Nora enquanto esta está distraída.

Passei por três carros antes de ele me segurar pelo braço. Ele me virou e me encurralou contra uma viga de construção.

Que estava lá, por algum motivo.

– E lá se vai aquele plano – disse ele.

Eu o encarei. Sentido forte pânico, entretanto. Ele formou um sorriso banhado de intenções sombrias, confirmando que eu tinha todos os motivos para suar frio.

Nora faz as mesmas perguntas de novo (“blah você lê mentes, blah você disse que veio pra escola somente por mim, blah blah”).

– Isso tem alguma coisa a ver com a promessa que você fez de me expor? Sobre o que exatamente estamos falando aqui?

Eu não conseguia lembrar sobre o que estávamos falando. Tudo o que eu sabia era que o olhar do Patch era especialmente excitante.

Essa garota me dá nojo. Se ele estivesse esfaqueando ela, seu último pensamento antes de morrer seria como as mãos firmes dele que seguravam a faca eram seccsi.

Patch observa que “Nora está pálida” e pergunta se aconteceu algo antes de ela sair do elevador pra chegar no túnel. Ou talvez, sei lá, seja porque você esteja prendendo ela contra a parede num túnel escuro?

…[Patch] estava com as palmas de suas mãos sobre as minhas, formando uma espiral com nossas mãos.

Oi?

Nora diz que foi por causa da briga com Marcie Millar. Ela descreve a troca de… “insultos” mais cedo, e Patch responde com

– Só isso? Sem socos? Sem mordidas, arranhões ou puxões de cabelo?

Admitidamente, deixaria aquela cena menos chata.

Seguido disso Patch diz que Nora precisa aprender a lutar, segura uma mão aberta pra experimentar um soco dela (porque ela disse ter aulas de kickboxe, ou algo assim)… daí isso é esquecido e os dois vão pra moto do Patch.

…e esta cena foi

Nora xoraminga internamente um pouquinho sobre como ela precisa pegar a carona porque pode ter gente pior na rua, também observando que ela já estaria em casa se não tivesse ido pra biblioteca (e como ela não fez nada na biblioteca…… é). Ela colocou o capacete e se sentou atrás do não-Edward.

Não era completamente minha culpa eu ficar tão grudada nele. O assento não era muito espaçoso.

Aham.

Patch deixa a garota em casa, e convida ela pra sair, de novo.

Estava me sentindo bem mais relaxada. Patch era firme e quente, e tinha um cheiro fantástico.

gdsdf

Ele cheirava a menta e terra fresca, boa.

…que raios de perfumes estranhos esse povo usa… eu hein.

Será que no próximo capítulo teremos a “chocante” revelação?

Eu duvido bastante, but stay tuned!

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Comentários

  • PatchLover  On janeiro 27, 2013 at 5:33 pm

    ridículo isso, falta do que fazer! só poque a série é ótima, e o patch, perfeito. _|_

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