Crescendo – Capítulo 1

Patch estava atrás de mim, suas mãos nos meus quadris, seu corpo relaxado. Ele tinha um metro e oitenta e oito e tinha um físico magro e atlético que nem mesmo jeans e uma camiseta largos podiam esconder. A cor do seu cabelo poderia ser competição para  a meia-noite, com olhos combinando. Seu sorriso era sexy e alertava para problemas, mas eu havia me decidido que nem todo problema era ruim.

Ah, Nora, suas descrições do Patch sempre são tão divertidas de ler.

/sarcasmo

Bem, é nesse capítulo que a história realmente começa. Patch e Nora estão na praia, assistindo fogos de artifício. Nora fala sobre como é início de verão, como ela vai fazer uma aula durante as férias, mas fora isso, o resto do tempo dela todo será dedicado a ~*PATCH*~.

 

 

Ela sente cheiro de comida e, como não comeu o dia inteiro, decide comprar um hambúrguer.

 

“Vou pegar um cheeseburger,” Eu disse a Patch “Quer alguma coisa?”

“Nada que esteja no cardápio.”

 

Patch podia escrever um livro. Se chamaria “As piores cantadas que o mundo já viu”.

Ele se oferece para comprar o hambúrguer, mas Nora recusa, já que aparentemente a caixa já deixou Patch sair sem pagar várias vezes. Porque obviamente ela vai dar lanchinhos de graça arriscando ser demitida só porque um cara é “OMG SO HAWT”. Lá, ela encontra Marcie Millar, sua rival, Nora tenta ser simpática, mas Marcie desvia o assunto para o pai morto da Nora. Porque não podia ser mais óbvio que nós devemos odiar essa personagem. Nora fica deprimida, vai chorando pro banheiro, temos a típica rotina de “Não vou deixar ela me afetar”. Então, Nora volta para Patch, que agora está em uma daquelas barracas em que você tem que derrubar pinos de boliche por prêmios. Junto com ele está Rixon, seu melhor amigo.

 

Rixon era um anjo caído que tinha uma longa história com Patch, e sua conexão era tão profunda quanto aquela entre irmãos. Patch não deixava que muitas pessoas entrassem na sua vida e confiava em ainda menos, mas se alguém sabia todos os seus segredos, esse era o Rixon.

 

 

Nora recebe uma ligação da Vee mas a ignora, assim como já fez com outra no mesmo dia, para fangirlear o Patch.

 

Observei enquanto ele lançava a bola contra a mesa que continha seis pinos cuidadosamente alinhados, senti borboletas no estômago quando sua camisa se levantou um pouco atrás, mostrando uma faixa de pele. Eu sabia por experiência que cada milímetro dele era de músculo duro e definido. Suas costas também eram macias e perfeitas, agora que as cicatrizes de quando ele caiu foram substituídas por suas novas asas- asas que nem eu, nem qualquer outro humano podíamos ver.

 

Fanservice? A Fitzpatrick? Imagina, de onde você tira essas idéias insanas.

Nora desafia o Patch a derrubar todos os pinos e aposta cinco dólares, ele diz que quer outra coisa. Ah, já mencionei que o apelido que ele dá para ela é “Anjo”?

 

 

De qualquer forma, Patch consegue e pode escolher um prêmio para ela. Ele escolhe um urso de pelúcia velho e nojento, porque diz que já observou que ela gosta das coisas que ninguém mais quer, or something, e depois pede o pagamento que ela prometeu. Ela pede pra ir até a casa dele, ele diz que não, e ela fica resmungando porque eles namoram há dois meses e ela nunca foi. Ele a leva de carro até em casa, porque está quase na hora do toque de recolher que a mãe dela impôs, eles chegam um pouco atrasados. Patch nota que ela está chateada e pergunta o que houve, Nora conta a história da Marcie, Patch se oferece para “falar” com ela, Nora nota que esse “falar” implica algo não muito pacífico e diz que não há necessidade. Aí, depois de conversar e perder ainda mais tempo, os dois decidem que é super-inteligente se agarrar no carro apesar do atraso.

 

Removi o cinto de segurança e me debrucei sobre o console do carro, encontrando a boca de Patch na escuridão.Beijei-o lentamente, saboreando o gosto de sal marinho em sua pele.

 

“Nora, quantas vezes eu já te disse pra não deixar seus bichinhos tomarem água do mar?! Se ele vomitar no carpete, vai ser você que vai ter que limpar!!”

 

Os dois se agarram mais, com a Nora sentada no colo dele, e é bem desconfortável de ler, já que 1- O Patch já disse que é incapaz de sentir, 2- Ele é alguns séculos mais velho que ela. De qualquer forma, ela coloca as mãos por baixo da camisa dele e toca no local onde as asas dele se juntariam às costas, porque por algum motivo é assim que você lê as memórias dos anjos desse livro, mas o Patch não deixa.

 

“Boa tentativa” Ele disse, seus lábios tocando os meus conforme ele falava.

Mordisquei seu lábio inferior.

“Se pudesse ver o meu passado só de tocar nas minhas costas, duvido que você resistiria à tentação.”

“Eu já tenho dificuldade de manter minhas mãos longe de você sem esse bônus.”

 

E aparentemente, o fato do Patch não poder sentir nada é apenas um atributo informado.

 

Montes e montes de agarração, Patch dá um pingente que ele NUNCA TIROU EVER pra Nora como prova do seu Verdadeiro Amor™ e faz uma promessa que vai Estar Com Ela Para Sempre™, ela dá um anel que ganhou do pai pra ele, os dois se agarram mais, Nora coloca o anel na mão dele e a aperta com força na esperança que o anel corte as mãos dos dois.

Peraí, como?

 

Entrelacei meus dedos com os dele, o contorno afiado do anel ferindo nossas mãos. Nada que eu fizesse parecia me aproximar dele, quantidade alguma dele era o bastante para mim. O anel se enterrou mais fundo, até que eu tivesse certeza que havia cortado a minha pele. Uma promessa de sangue.

 

 

… Okay, começo a achar que os dois são um casal perfeito. Um Stalker maníaco e uma garota obsessiva e psicopata. Um verdadeiro felizes para sempre, só não da forma que a autora queria. Nora diz “Eu te amo”, mas essas aparentemente são as palavras proibidas e Patch arranja a desculpa de ter ouvido algo na floresta pra ir embora. A mãe da Nora fica irritada com o atraso apesar dele ser de… Quatro minutos?

A narração dizia que o atraso era de quatro minutos quando eles estacionaram na frente da casa da Nora. Agora, a mãe dela diz que o atraso foi de quatro minutos, e nada indica que os relógios estejam ajustados de forma diferente. Ou seja, Patch e a Sue ficaram se pegando no carro por menos de um minuto.

Essa autora não tem a mínima noção de tempo.

Comente ou deixe um trackback: URL do Trackback.

Comentários

  • larissa  On fevereiro 4, 2011 at 7:36 pm

    XDDD caraca ri muito lendo. me pergunto o q essa autora fumou pra escrever isso XDDD
    continua o/

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d blogueiros gostam disto: